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Aviã̧o







Segundo informã̧es veiculadas na comunicã̧o social a TACV mais f́ceis, mas temos conseguido superar estes problemas. 

pretende promover novas rotas equal seŕ o foco dos principais Nota-se o empenho do Governo na garantia de estabilidade da 
destinos?
empresa e permitir que a empresa evolua, mas existem obst́- 
culos dírios a ser ultrapassados e at́ hoje temos conseguido 
faẑ-lo.
M.C: At́ agora temos somente alterado os hoŕrios e freqûn- 
cias da nossa rede. Por exemplo, Paris uma rota que, embora 
ño abŕssemos, acab́mos por aumentar a freqûncia e alterar 
Qual ́ a estrat́gia da Icelandair para  delizar os clientes da 
o hoŕrio para ño ś servir a díspora, mas tamb́m servir de TACV e a díspora cabo-verdiana?
ligã̧o. O passageiro que quer conhecer Cabo Verde pode usar 
o nosso voo, o passageiro que tem uma ligã̧o a Cabo Verde, 
M.C:Vamos laņar um conjunto de programas no segundo se- 
seja familiar ou pro ssional, tamb́m pode e o passageiro que mestre que passa por um programa de  delizã̧o de passa- 
est́ em Paris e que quer ir para o Brasil tamb́m tem como utili- geiros do qual ainda ño podemos avaņar mais detalhes, mas 
zar o nosso produto. ́ nesse sentido que as novas rotas est̃o a 
ser constrúdas. Neste caso Boston, Lisboa, Paris s̃o casos ful- seŕ um programa diferente. Na parte da díspora teremos uma 
surpresa tamb́m em relã̧o a isso que vai permitir um trata- 
crais juntamente com Fortaleza e Recife, para assegurar a nos- mento particular e especial a quem de facto tem uma ligã̧o 
sa miss̃o, ligar 4 continentes e uma vez que em todos nesses 
śtios existem comunidades. Estamos a tamb́m a pensar em mais pŕxima.

abrir outros destinos nos Estados Unidos, ño t̃o voltados para Como v̂ a preparã̧o de Cabo Verde na constrũ̧o do HUB. 
as comunidades que em alguns casos ño existem, mas na li- 
gã̧o para outros destinos na ́frica Ocidental e um refoŗo no Acredita que vamos conseguir montar uma estrutura minima- 
Brasil.
mente capaz de atender os desa os a que propomos?


Acha que com a nova gest̃o a TACV podeŕ estabilizar e au- M.C: Espero que sim. ́ do interesse do pás. Cabo Verde pode 
mentar o seu capital e promover a sua privatizã̧o?
e tem muito a ganhar com a expans̃o do turismo e da conecti- 

vidade. Existem v́rios neǵcios que s̃o despoletados quando 
M.C: O grupo Icelandair foi contratado para fazer a reestrutura- este tipo de estrutura ́ implementada no pás. Obviamente que 
tido isto tŕs desa os e para todos, o HUB ño ́ um desa o ś 
̧̃o da empresa e prepara-la para a privatizã̧o, ́ o que esta- da companhia área, mas sim nacional e de todas as entidades 
mos a fazer de momento e isso requer trazer novas pŕticas de 
gest̃o, nova orĝnica, mais e cîncia ̀ empresa e um diferente que vivem ̀ volta do HUB. Neste caso desde a conectividade en- 
tre ilhas ̀ conectividade das estradas a algumas localizã̧es
posicionamento no mercado. ́ um trabalho cont́nuo, mas que 
visa o objetivo dado pelo governo da privatizã̧o no primeiro 
semestre de 2018 e ́ para isso que estamos a trabalhar.


A gest̃o da Icelandair pensa abrir voos low cost e dar sustenta- 
bilidade ao turismo nacional?


M.C: A nossa gest̃o ño ́ feita somente no sentido de pricing, 
mas tamb́m de promovermos uma ligã̧o e ciente, numa ĺ- 

gica de uma budget airline que possa concorrer competitiva- 
mente no mercado tanto a ńvel de produto como tarifa. Por 
essa raz̃o haveŕ oferta de tarifas que possam competir com 
as tarifas mais baixas, mas tamb́m apostamos numa diferen- 

ciã̧o de produto. O foco ño seŕ somente em tarifas low 
cost, mas sim um mix e re etido na oferta que vamos dar aos 
nossos clientes.


Do ponto de vista ideoĺgico, defende uma TACV privada ou de- 
tida pelo Estado?


M.C: Vindo de um setor privado, sendo a Icelandair uma empre- 

sa privada e cotada em bolsa, h́ uma grande vantagem para a 
empresa em tornar-se privada. Vai permitir mais capital, uma ex- 
pans̃o mais ŕpida e parcerias que ṽo transcender se calhar 
os limites que hoje existem por variad́ssimos motivos. Cabo 

Verde est́ a ser procurado, est́ na altura certa para se fazer 
esta passagem e acredito que a gest̃o privada permitiŕ um 
crescimento mais robusto e mais ŕpido.


Como tem sido a conviv̂ncia entre o Governo e a nova gest̃o 
da TACV?


M.C: Temos uma relã̧o cordial e de respeito. Tem havido 

obviamente processos que s̃o mais dif́ceis de gerir e outros


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TURIMAGAZINE - FEVEREIRO DE 2018


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