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Especial Visita Primeiro-Ministro - Santiago Norte























para frente continuamos com a ciã̧o do Turismo de Santia- em Santiago tem pouco espa̧o sustent́veis para criar susten- 
cana mais nova, portanto sem go), fez a seguinte declarã̧o:
para desenvolver, porque ño tabilidade as faḿlias. Por isso 

paragem de prodũ̧o. Temos temos praias enormes e nem temos uma comitiva forte nesta 
uma grande potencialidade para “O senhor primeiro-ministro com condĩ̧es daquelas que visita no sentido de podermos 
a vertente tuŕstica porque San- permitiu a Associã̧o de Turis- temos no Sal e na Boavista ou criar condĩ̧es para o desen- 

tiago tem condĩ̧es de oferecer mo de Santiago comȩar o ano Maio, mas temos outros merca- volvimento desta regĩo. Para 
outro turismo, baseado numa novo com o ṕ direito. Esta vi- dos, outros interesses e outra isso temos ter um arranque for- 
economia patrítica vocacio- sita para ńs ́ uma lufada de ar procura e muito mais implicada te para fazer acreditar as pes- 
nado a criar outra alternativa fresco e nos d́ foŗa para con- com a economia local, que ́ o soas que ́ posśvel construir 

ao turismo balnear do Sal e da tinuarmos a levar os grandes turismo de ambiente, ecoĺgico, um produto forte, apetećvel 
Boavista. Para os nacionais o desa os. Monte Negro pode turismo integrado dentro de es- e vend́vel, permitindo assim 
turismo da Ilha do Sal e Boavis- tornar-se num produto diferen- pa̧os urbanos, caso da cidade
que haja mais investimentos. A

ta est́ longe dos seus bolsos.
ciado que Santiago pode ofere- 
cer, empreendimentos que s̃o 
Mas para Santiago a oferta ́ simultaneamente agŕcola e ao 
mais sustent́vel e por isso o mesmo tuŕstico, a conjugã̧o 

Governo tem que estar em par- destes dois factos torna a ilha 
ceria com os empreśrios para de Santiago diferenciado e de 
criar um turismo desej́vel, ge- que maneira em termos tuŕsti- 

radora de empregos e inclusivo cos. Se segússemos um pouco 
para Santiago.
mais abaixo da propriedade do 
Monte Negro em dirȩ̃o ao mar 
Garantimos que na pŕxima vi- encontraŕamos uma praia de 

sita a Monte Negro o senhor uma beleza extraordińria que 
primeiro-ministro entraŕ por ́ a praia de Mangue, que tem o 
uma estrada melhor para a pro- Mangue. O Mangue para quem 

priedade do Monte Negro.
ño sabe ́ como uma bolanha 
na Guiń-Bissau, ́ uma peque- da Praia que tem uma vocã̧o nossa miss̃o a Santiago Norte 
A ńvel de energia, encetamos na lagoa onde se desenvolve 
o esfoŗo para criar em 2015 plantas e animais pŕprios do especial para o turismo de ne- ño ́ ver a pobreza que j́ co- 
ǵcios, de natureza, portanto nhecemos, mas sim mostrar 
uma rede de baixa tens̃o e pro- mangue, se encontra tamb́m temos uma diversidade enorme que temos condĩ̧es de ultra- 
vavelmente, somos atualmente no Brasil. Tem um potencial tu- de experîncia procurado atu- passar essas quest̃es. Portan- 
o maior cliente da Electra, no ŕstico ecoĺgico extraordińrio. 
almente em todo o mundo por to temos que fazer de facto as 
Concelho de Santa Cruz por- Nesta ilha reside um enorme causa da autenticidade. Mas coisas acontecerem e sublinho 
que temos muito consumo de potencial tuŕstico e h́ quase para isso temos que apostar a boa capacidade empreende- 
energia, ś com duas bombas 30 anos que fa̧o esta a rma- 
de ́gua que ascende mensal- ̧̃o; o maior destino tuŕstico fortemente na seguraņa, con- dora para produzir e exportar. 
dĩ̧o b́sica e a requali cã̧o No oŗamento do estado te- 
mente a 300 contos, por isso, de Cabo Verde num futuro pŕ- urbana e ambiental com qua- mos uma rubrica para apoiar a 
se pensarmos no turismo neste ximo, dependendo de ńs ́ sem lidade que nos pŕximos anos dessalinizã̧o da ́gua, porque 
local temos que ampliar a rede d́vida a ilha de Santiago.”
ascende um milh̃o de contos ño podemos continuar a de- 
eĺctrica.
para construir lugares bem cui- pender das chuvas. Chover ou 
Depois de ouvir as preocupa- dados que promova o bem-estar ño chover Cabo Verde tem que 
A ńvel de agricultura queremos ̧̃es e as aspirã̧es dos pri- 
parceria com setor ṕblico para meiros intervenientes, o Pri- das populã̧es e daqueles que resolver este problema, porque 
nos visitam.
a situã̧o das chuvas ño iŕ 
projetos com a dessalinizã̧o meiro-ministro Ulisses Correia melhorar nos pŕximos tempos, 
da ́gua que brevemente vamos e Silva interveio, dizendo:
Mas tamb́m temos que criar as porque ́ um problema de alte- 
iniciar, ńs agricultores temos 
que estar preparados para tra- “Ño h́ d́vida que em Santiago condĩ̧es de empregabilidade rã̧es cliḿticas e localizã̧o 
e nesse caso a nossa aposta do nosso pás, por temos que 
balhar a terra.”
temos todas as condĩ̧es para tem que ser forte e baseada em pensar noutras solũ̧es. Esta- 
criar um turismo diferenciado, parcerias e sinergias. A ideia mos a trabalhar nos programas 
De seguida, Euǵnio Inoĉn- porque o turismo ño deve ser 
ño ́ dar coisas mas sim con- de peso e vamos assinar breve- 
cio Presidente da ATS (Asso-
igual em todo lugar. Sol e Praia
dĩ̧es para desenvolver ideias
mente um programa com Hun-



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